sábado, 12 de maio de 2012

Madonna fala sobre Michael Jackson


Madonna - Setembro/2009

Michael Jackson nasceu em agosto de 1958, e eu também. Michael Jackson cresceu no subúrbio do Meio-Oeste, e eu também. Michael Jackson teve oito irmãos e irmãs - e eu também. Quando Michael Jackson tinha 6 anos, ele se tornou um superstar e talvez a criança mais adorada do mundo. Quando eu tinha 6 anos, minha mãe morreu.

Eu não tive mãe, mas ele nunca teve infância. E, quando você nunca teve algo, você se torna obcecado por isso. Eu passei minha infância buscando a imagem de minha mãe; e às vezes até conseguia. Mas como você faz para recriar sua infância quando você está sob os olhares do mundo para o resto de sua vida?

Não há dúvidas de que Michael Jackson foi um dos maiores talentos que este mundo já teve a chance de conhecer. De que quando ele cantava uma música aos 8 anos de idade, ele era capaz de fazer com que você sentisse como se um adulto estivesse apertando seu coração com suas palavras. De que o modo como ele dançava tinha a mesma elegância de Fred Astaire e o mesmo impacto de um soco de Muhammad Ali. De que sua música possuía uma camada extra de magia inexplicável, que não só fazia você querer dançar, mas que na realidade conseguia fazer você acreditar que era capaz de voar, de ousar sonhar, de ser tudo o que quisesse ser. Porque é isso que os heróis fazem. E Michael Jackson foi um herói.

Ele se apresentou em estádios de futebol ao redor do mundo, vendeu centenas de milhões de discos, jantou com primeiros-ministros e presidentes. As garotas se apaixonavam por ele, os garotos se apaixonavam por ele, todos queriam dançar como ele. Ele parecia ser de outro mundo, mas ele era também um ser humano. Assim como a maioria dos artistas, ele era tímido e inseguro.

Não posso dizer que éramos grandes amigos, mas em 1991 eu decidi que queria conhecê-lo melhor. Convidei-o para jantar. Eu disse, ‘O convite é meu, eu dirijo, só você e eu’. Ele concordou e apareceu na minha casa sem qualquer guarda-costas. Fomos até o restaurante no meu carro. Estava escuro, mas mesmo assim ele usava óculos escuros. Eu disse, ‘Michael, me sinto como se estivesse conversando com uma limusine. Será que você poderia tirar esses óculos para que eu possa ver seus olhos?’. Ele ficou parado por alguns instantes, e então atirou seus óculos pela janela, olhou para mim sorrindo, piscou e disse, ‘Consegue me ver agora? Melhor assim?’.

Naquele momento fui capaz de enxergar tanto sua vulnerabilidade quanto seu charme. Passei o resto do jantar tentando convencê-lo a comer batata frita, beber vinho, comer sobremesa e dizer palavrões, coisas que ele parecia jamais se permitira fazer. Mais tarde, voltamos para minha casa para assistir filme e ficamos sentados no sofá feito duas crianças. Em algum momento do filme, sua mão segurou a minha. Ele parecia estar procurando uma pessoa amiga e não um romance e fiquei feliz por estar ali. E naquele instante ele não se sentiu um superstar, ele se sentiu um ser humano. Nós saímos juntos mais algumas vezes e, por algum motivo, perdemos o contato.

Foi então que começou uma verdadeira ‘caça às bruxas’ na vida de Michael, com uma história surgindo após a outra. Eu senti a dor dele. Eu sei como é andar na rua e sentir como se o mundo todo estivesse contra você. Eu sei como é se sentir desamparado e incapaz de se defender, porque o barulho é tão alto que você se convence de que sua voz jamais será ouvida. Mas eu tive uma infância, e tive a chance de cometer erros e de descobrir meu caminho no mundo sem a luz dos holofotes.

Quando soube da morte de Michael Jackson eu estava em Londres, alguns dias antes do início da minha turnê. Michael ia se apresentar no mesmo local que eu, uma semana depois. Naquele instante, só consegui pensar que eu o havia abandonado. Que nós o havíamos abandonado. Que havíamos permitido que aquela criatura magnífica, que um dia agitou o mundo, caísse enquanto tentava construir uma família e reconstruir sua carreira. Estávamos ocupados demais fazendo julgamento. A maioria de nós lhe deu as costas.

Em uma tentativa desesperada de manter sua memória viva, fui para a internet assistir alguns de seus vídeos em que ele aparecia cantando e dançando na TV e nos palcos e pensei: ‘Meu Deus, ele era tão único, tão original, tão raro. E jamais haverá alguém como ele novamente’. Ele era um rei. Mas ele também era um ser humano. E nós as vezes precisamos perder algo para aprender a dar valor.

Quero concluir de forma positiva, e dizer que meus filhos de 9 e 4 anos são obcecados por Michael Jackson. Eles o imitam com os passos ‘moonwalker’ e colocando a mão na virilha, e parece que há uma nova geração descobrindo sua genialidade e trazendo-o de volta à vida. Espero que, onde quer que Michael esteja agora, ele esteja sorrindo a respeito disso.

Sim sim, Michael Jackson era um ser humano, mas ele era sim um rei. Vida longa ao Rei.

Glória Maria diz sobre seus momentos com Mike


Embora muitos não saibam, a apresentadora Glória Maria foi fã de Michael Jackson. Mas não por sua música, dança, ou sucesso. Ela foi fã da grande pessoa que ele sempre foi. Após sua morte, ela desabafou sobre seu encontro com Michael, quando ele veio gravar o clipe 'They Don't Care About Us' aqui no Brasil. É um emocionante depoimento, vale muita a pena ler:

"Comigo, as coisas não são normais. Eu não entrevistei o Michael Jackson (quando ele rodou um clipe no Brasil, em 1996), foi ele que me entrevistou. Eu o acompanhei quando gravou na Bahia e fiquei negociando para ver se ele falava comigo. Estávamos no Pelourinho e o Michael viu o carinho do povo comigo, então, disse que conversaríamos no Rio. Quando chegamos, subi a favela e a gente ficou conversando uns 20 minutos. Ele me perguntou como tinha sido o meu início. Contei que vim de uma família pobre, mas que tinha conseguido estudar. Ele queria saber se não havia discriminação e racismo no Brasil. Respondi que sim e ele ficou muito interessado em saber mais. No pouco tempo que fiquei com ele, tive um vislumbre do ser humano bacana que era. 
Vi o seu braço e pedi para passar a mão. Ele tinha uma pele muito fina e dava para ver que o corpo era todo tomado pela doença, o vitiligo. Como tinha pouquíssimas partes mais escuras, realmente seria mais fácil clarear o pouco que restava de escuro. Aí, notei um buraco no nariz dele e vi que ele ficava sempre com uma gaze tampando. Perguntei o que era aquilo e ele disse que foi consequência da segunda cirurgia que fez, porque tinha um desvio de septo e que, por causa disso, ficou com uma infecção crônica no nariz. Naqueles poucos minutos, alguns dos tabus que todo mundo tinha, para mim, acabaram. Fiquei triste comigo mesma por ter entrado nessa história que todos comentavam sobre o seu embranquecimento, por ser uma coisa alheia à vontade dele. 
Quando Michael terminou a gravação, fiz a passagem e ele ficou quietinho, humilde e com cara de bobo, esperando eu falar, mas sem entender nada do que eu dizia. E fez a declaração, dizendo “Eu amo o Brasil”. Foram várias surpresas em um encontro curto. Vi que era uma pessoa frágil, simples, sem frescura. No final, ele me puxou, me abraçou e me beijou. Aquele mito de que ele dormia numa bolha caiu. Eu estava imunda, cheirando mal, e ele me abraçou sem nojo, sem restrição. 
O que me impressionou muito foi o olhar dele, de tristeza, o tempo todo. Só vi o olho dele brilhar, parecendo criança, quando estava com o Olodum. Michael pulava, corria de um lado para o outro, no Pelourinho. O Spike Lee, que era o diretor do clipe, nem o dirigiu, só captou a espontaneidade dele. 
Fui pega de surpresa com a notícia da morte do Michael. Tive uma sensação de tristeza profunda. Ele foi um ser humano que não conseguiu ser feliz, não conseguiu ter serenidade na vida, apesar de ser um ídolo mundial. Todo mundo sabe que a vida dele, desde que nasceu, foi puro sofrimento. Esqueceram a pessoa que estava ali e, pelo menos para mim, ele demonstrou ser muito generoso. Para mim, ele não foi um ídolo, pois só gostava da música dele na época dos Jackson 5, mas, como ser humano, sempre me intrigou. Eu tenho identificação de alma com ele. Somos duas pessoas que, cada uma à sua maneira, conseguiram vencer."

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Curiosidade: Carlton Banks participou do comercial da Pepsi com Michael!




Você Sabia? Alfonso Ribeiro, o Carlton de "Um Maluco no Pedaço" é o garoto que atuou com Michael Jackson em comercial para a Pepsi-Cola.

Em 1983, com 12 anos, Alfonso Ribeiro começava a trilhar seus passos de novo garoto prodígio. Havia conseguido um dos papéis principais no musical da Broadway “The Tap Dance kid”, onde interpretava um menino que sonhava em ser dançarino. Com a elogiada participação na peça, foi convidado para o sitcom “The Silver Spoons”, onde amadureceu e aprimorou sua atuação. A desenvoltura na dança e o carisma rendeu comparações com Michael Jackson em artigo da Newsweek. O artigo fez tanto barulho que chegou até o rei do pop, que, curioso, resolveu conferir de perto o talento do garoto.

Michael adorou e convidou Alfonso Ribeiro para participar dos comerciais da Pepsi, que na época contava com o cantor como garoto propaganda. Nos comerciais, aparecia sempre dançando e incorporava ainda mais aquela aura de mini Michael Jackson. Faze-lo cantar como o ídolo era o que faltava, e conseguiram.

O COMERCIAL:


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Ainda em 1984 no dia 26 de Fevereiro, Alfonso Ribeiro dançou no palco com o Michael em uma apresentação para os funcionários da fabrica da Pepsi (Pepsi Bottlers Convention) no Teatro Lincoln Center em Nova York



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No final da apresentação que Michael fez com Alfonso Ribeiro em 84 para os funcionários da Pepsi, quando ele tirou o chapéu para agradecer ao público foi possível ver ainda o curativo em sua cabeça devido as queimaduras que ele sofreu gravando outro comercial da Pepsi.



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Durante a Bad Tour Alfonso Ribeiro reencontrou Michael nos bastidores de um dos shows. Nesta foto estão o pai dele, Michael e ele.


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Aqui o vídeo em que ele participa com o MJ:



Aqui outros vídeos em que ele dança imitando Michael

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Katherine Jackson Michael Jackson

Em 2011, 2 anos depois que Michael morreu, sua mãe Katherine veio com este poema escrito por Michael em algum momento da década de noventa. Foi escrito a lápis, em papel bloco amarelo ~

"O reflexo do coração de uma mãe
Está no brilho nos olhos de seus filhos
Sua emoção e sentimento está em algum lugar no caráter de seus filhos
Nobres homens são aquilo que esta mãe fez
Por que minha mãe chora?
São lágrimas de felicidade ou tristeza?
Oh por favor Deus, deixe que seja lágrimas de felicidade
Todo o meu sucesso foi baseado no fato de
Que eu queria fazer a minha mãe orgulhosa
Para ganhar seu sorriso de aprovação"

Jermaine disse isso sobre Katherine encontrando o poema ~ 'Era como se ele [Michael] estava apontando para ela [Katherine] com suas próprias palavras, dois anos depois que ele morreu, para proporcionar a ela mais conforto "

Jermaine Jackson ~ do livro You Are Not Alone


quarta-feira, 9 de maio de 2012

Michael trabalhou em segredo no estúdio Palms

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Antes do Studio Palms ser inaugurado em 2005, grandes artistas de nome raramente chegavam a Las Vegas para trabalhar. Já havia um punhado de cidades estabelecidas pela indústria de música; Sin City oferecia apenas uma fuga, um lugar para a festa.
Em seguida, George Maloof, dono do Palms, bateu o industrial musical, o veterano Thrall Zoe , que já conseguiu grandes estúdios New York The Power Station e The Hit Factory, para supervisionar o Studio e garantir que ele seria um bom negócio ao invés de um projeto de estimação.

Seis anos mais tarde, a lista de clientes do Studio é lida como uma parada Billboard Top 100. Demora cerca de um minuto a pé do chão ao estúdio de gravação do Palms 'Casino. No entanto, turistas e moradores locais nunca saberam que apenas a algumas paredes os separavam  do estúdio reservado no Palms, onde Britney Spears, Alicia Keys, Dave Matthews, Maroon 5 e um fluxo constante de estrelas escrevem novas músicas, dia e noite.

O Estúdio é um lugar tão escondido que, ao longo de alguns anos, mesmo Michael Jackson gravou várias sessões no Palms agitado, por semanas a fio, clandestinamente.

A relação criativa de Michael com o Studio at the Palms em Las Vegas começou por volte de 2007, quando ele se reuniu com o cantor e compositor Ne-Yo em Vegas para gravar a música ainda inédita.

Michael estava nos teclados e cantava. Quando ele terminou o dia, sua música em andamento foi gravada em um disco rígido portátil e trancada em um cofre, apagados dos computadores do Studio para sua proteção.

Michael entrou na sala vestindo calça jeans preta, uma camisa de seda e jaqueta de couro preta - sem máscaras, sem camuflagem esquisitão. Seus filhos foram a reboque.

Em 11 de janeiro de 2008, os radialistas Big Boy & Difusa foi para Las Vegas para ouvir alguma música de um artista. Eles não sabiam que estariam reunidos com Michael Jackson. O Rei do Pop estava no estúdio com seu filho Blanket, Will.i.am e Peter Lopez.
Michael ofereceu-lhes uma prévia de 'Thriller Edição Aniversário do 25'.

Um dos destaques foi também assistir ao ccomercial "Thrillicious"PepsiCo Inc. 's Sobe local Life Water que teve sua estréia no intervalo do Super Bowl XLII , estrelado por supermodelo Naomi Campbell e um elenco de lagartos animados rebentando com uma série de dança coreografada ferozmente se move para o melodia de Michael Jackson "Thriller".


Durante a terceira visita, Michael se reuniu com artistas de artesanato do anúncio "Thrillicious" SoBe Life Water . Foi neste estúdio que Michael dançou "Thriller" passos para mostrar os animadores como fazer pescoços dos lagartos mover mais precisamente, para mais perto corresponder ao famoso vídeo.

"Hold My Hand", com Akon foi registrado pela primeira vez durante o verão de 2008 no estúdio de gravação Palms.

O presidente do Palms, George Maloof e Thrall Zoe, que dirige Studio at the Palms, confirmou que realmente que o dueto com Michael e Akon foi gravado lá, enquanto Michael estava na residência secreta no Palms.

"Eu também posso confirmar que Michael estava gravando faixas, enquanto ele permaneceu no Palms por cerca de 4 meses, porque eu conheci juntamente com o diretor e coreógrafo Kenny Ortega e o magnata da música britânica Simon Fuller em Ala Lee no Wynn no momento", disse George Maloof.

Zoe também disse Vegas DeLuxe: "Quando me mudei de Nova York a Las Vegas, eu pensei que nunca iria cruzar com Michael novamente. Ele estava em um período bastante prolífico durante seu tempo aqui no Palms em Las Vegas, e é um tempo que eu amaremos para sempre. Nós estamos tão orgulhosos de ter sido uma parte de 'Hold My Hand ", com Michael e Akon. Quando ele estava aqui, todos nós no estúdio sabíamos que ele estava fazendo algo maravilhoso. "

Michael também usou o estúdio para gravar durante duas semanas, no outono de 2008 e no início de 2009.

Como Estúdio no Palms Diretor do Studio Thrall Zoe Operações disse em uma entrevista para um episódio de "Nossa Metropolis", Michael Jackson estava em estúdio trabalhando no componente de música gravada do seu esforço retorno grandioso, que terminou tragicamente com sua morte em junho .

"Nós tivemos o prazer de Michael enfeitam nosso estúdio, por um par de vezes", disse Zoe Thrall. "Ele esteve aqui em fevereiro de 2009, e talvez seis meses antes. Ele estava fazendo música nova .... Eu tenho certeza que há um pouco, porque ele estava gravando também em sua casa, aqui em Las Vegas."

Estadia no Palms


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"Vegas é toda o divertimento e jogos - até que Michael Jackson começa a cobrir retratos nus na suíte que você arranjou para ele no resort de Las Vegas que você realmente achou impróprios." Isto é o que George Maloof aprendeu em novembro de 2007.

Como ele gravou no Palms, Michael também procurou ficar no hotel com seus filhos jovens, Prince, Paris e Blanket. Naturalmente, ele queria privacidade completa para sua família.

O melhor e mais segura, acomodações que Maloof  poderia oferecer em sua propriedade foi a Hugh Hefner Suite na Torre da Fantasia. A moradia era bonita, espaçosa e segura.
Um segurança foi colocado no porta 24-7, e ninguém foi informado de quem estava na suite. Ninguém pensaria que Michael Jackson e seus filhos estariam lá em cima.

Mas havia um problema. Chame isso de "diferenças artísticas".

Quando Michael Maloof convidou a parar para tomar um café no dia seguinte, o quarto estava diferente. "Ele tinha coberto todas as fotos nuas na parede com fita de papel e máscaras", lembrou Maloof. "Isso foi por causa das crianças. Ele não queria que eles a olhassem para essas imagens. "

Maloof, em seguida, ajudou a mudança da uma estrela para dois andares abaixo para o Sky Villa, logo abaixo do quarto Hef. Era só Michael, os três filhos e ele.

"Ninguém mais poderia ajudar com isso porque ninguém sabia que ele estava no hotel", disse Maloof. "Ele estava tendo problemas com sua segurança, e ele realmente havia demitido seguranças no segundo dia ele estava lá. Então foi só nós, movendo-se todos esses pertences, levando-os e descendo as escadas, porque ele não queria usar o elevador e o risco de alguém reconhecê-lo. "

Michael passou alguns dias na suíte de dois andares antes de ser transferido mais uma vez porque o espaço havia sido reservado para uma festa high-roller por um grupo que também tinha reservado 300 quartos na propriedade. Sem queixa, Michael se mudou mais uma vez, para outra suíte Sky Villa um andar abaixo da residência de dois andares.

"Foi brutal", disse Maloof. "O segundo movimento foi mais difícil do que o primeiro porque tinha trazido mais coisas - mas ele entendeu a nossa situação."


"Foi muito"silêncio" "silêncio" ", disse Maloof. "Ninguém sabia que ele estava lá. É só agora que o CD [Michael] está saindo que podemos falar sobre isso. Mas queremos que as pessoas saibam, sim, que ele fez um monte de trabalho para os Palms. É bastante notável, lembrando tudo isso agora, na verdade. "

"Michael era tão respeitoso, e as crianças também eram tão respeitosas", disse ele.

Um mês depois, no Natal, Maloof recebeu um telefonema da estrela. Desejando a Maloof um Feliz Natal, Michael segurou o telefone para cima enquanto os seus filhos cantavam "Feliz Natal" para Maloof.




Um dos destaques foi também assistir ao ccomercial "Thrillicious"PepsiCo Inc. 's Sobe local Life Water que teve sua estréia no intervalo do Super Bowl XLII , estrelado por supermodelo Naomi Campbell e um elenco de lagartos animados rebentando com uma série de dança coreografada ferozmente se move para o melodia de Michael Jackson "Thriller".







Fonte: MJ Underground

Fotos:
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Fuzzy and Michael
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Michael with Big Boy

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Fuzzy, Michael, wil.i.am and Big Boy
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Kenny Ortega, Michael Jackson and Simon Fuller

sábado, 5 de maio de 2012

Depoimento de uma mãe



Em 1987, enquanto na turnê Bad, Michael Jackson conhece Angela Darlington de 4 anos de idade e sua mãe, Helen, no Hospital Infantil de Melbourne. A mãe de Angela tem a dizer sobre a visita 21 anos mais tarde: "Minha filha, Angela, estava no hospital com ferimentos na cabeça após ser atingida por um carro. Um dia, fomos informados pelos enfermeiros, que ... Michael Jackson estava vindo para visitar. Tivemos que manter isso em segredo, para que o hospital não ficasse sobrecarregado com os fãs. Houve uma onda grande, como seus assistentes distribuíram camisetas e cópias assinadas de seu álbum Bad a todos na enfermaria. Então ele apenas andava e falava com os pacientes. Eu disse: Olá. Ele disse que teve o prazer de me conhecer. Eu estava gob bateu. Ele era muito gentil e parecia tímido. Eu tenho a sensação que ele tinha um profundo amor pelas crianças, especialmente aqueles que tinha sido ferido. Então ele agachou-se e disse: 'Olá, Angela'. Ela não podia falar, porque ela tinha acabado de sair de um coma, mas ela começou a sorrir. Depois daquele dia, ela começou a ficar melhor. Eu penso nele como uma inspiração. Estávamos tendo um momento terrível - Angela estava no hospital e eu estava tocando Lifeline para me manter controlada , mas ele foi uma inspiração total para toda a ala. Eu pensei: 'Graças a Deus por mandá-lo ". Ele só tinha uma presença sobre ele - esta uma grande empatia com as pessoas que precisavam melhorar. Agora, Angela tem 25 anos, na universidade e cheia de vida. Havia outro rapaz na enfermaria que era cerca de 15 e era um grande fã. Após a visita de Michael, ele começou a melhorar também. A mãe dele achava que era um milagre. Acredito que muitas das crianças melhoraram após conhecê-lo. Acho que as pessoas devem saber sobre esse lado do Michael. Eu nunca acreditei que ele era tudo menos uma má pessoa. "


quarta-feira, 2 de maio de 2012

Shaquil O'neal fala sobre o dia em que Michael Jackson foi à cada dele.



O astro do basquete já sabia que o Rei do Pop quase comprou a sua casa. O que ele não esperava era que Michael fosse até sua casa para uma visita.
- "Como a maioria das pessoas da minha geração, eu cresci idolatrando Michael Jackson e os Jackson Five. Seus movimentos de dança, os cabelos afros e roupas hip -tudo sobre eles foram as melhores coisas da época, que meus amigos e eu nunca tinhamos visto. Quero dizer - quem não queria ter uma jaqueta de couro vermelho igual a de "Thriller"? Mesmo quando minha família passou uma grande parte dos anos 80 na Alemanha com meu pai militar, não havia nenhuma maneira de faltar Michael e sua luva brilhante ou a sua famosa dança, o moonwalk em nossa casa. Eu poderia fazer o moonwalk melhor do que ninguém na minha classe na Alemanha. O mundo amava Michael e eu também" conta Shaquire O'neil.
.
- "Quando chegamos de volta aos Estados Unidos em meados dos anos 80, Michael era o rei indiscutível do pop, e meu irmão, irmãs, e eu consumimos tudo sobre ele. Nós prestamos atenção a cada um de seus vídeos a partir do álbum Thriller, analisando todos os seus movimentos para que pudéssemos recriá-los na nossa sala de aula. "Beat It" foi o nosso hino da família, uma vez que a ouvimos, cantamos muito. Depois que entrei na NBA pelo Orlando Magic, fui comprar uma casa e queria uma que fosse sobre o lago na Flórida. O agente imobiliário me disse que tinha a casa perfeita para mim e que Michael Jackson estava interessado em comprá-lo também. Na verdade, eu comprei a casa e não ele."
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-"Um dia ouví baterem na porta e quando abrí, ali estava Michael - o Rei do Pop, em toda a sua glória. Raramente fico sem algo para dizer, mas naquele dia e naquele momento eu fiquei sem palavras. Ele queria ver o que eu tinha feito com o lugar (risos), então levei ele para uma turnê pela casa. Como eu poderia esperar, Michael adorou o meu estúdio de gravação e não conseguiu passar por cima da minha cama redonda do 'Superman' que cabe quase 45 pessoas. Ele achou que essa cama, foi a coisa mais legal que ele já tinha visto. Mas na verdade fiquei realmente surpreso com o tipo normal e que ele era. Eu poderia dizer que ele realmente gostou de ficar falando um pouco sobre basquete e outras coisas que estavam acontecendo comigo. Ele gostava de ser apenas um cara comum, por um momento."
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- "Como ele era tão bom, pedi-lhe para demorar-se um pouco mais para que a minha irmã mais nova, Ayesha, podesse vir conhecê-lo. Ela amava Michael em um nível completamente diferente e teria me matado se eu não a tivesse chamado. Ele ficou, e foi provavelmente um dos melhores dias de nossas vidas. Voltou para nos visitar outra vez, com Lisa Marie Presley. Ela adorou minha cama 'Superman', também! Alguns anos mais tarde, quando fui jogar nos Los Angeles Laker, Michael me convidou para ir à Neverland passar o dia. Mais uma vez, fiquei sem palavras. Ir para a casa de alguém que tinha um jardim zoológico e uma montanha-russa foi surreal. Eu estava mais animado do que qualquer uma das crianças."
.
- "Como a minha carreira se tornou mais agitada, não era tão fácil encontrar com ele, mas mantivemos contato ao longo dos anos através de amigos e associados. Sua morte realmente bateu em mim e minha família de maneira muito dura, porque ele tinha sido uma parte de nossas vidas, antes mesmo de conhecê-lo. Meu filho mais novo, Shaquir, com apenas 7 anos, gritou quando ouviu que ele faleceu. Michael foi o amigo mais incrível da minha vida e, para mim pessoalmente, uma inspiração.

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