''Não deixar nada por menos a não ser que eu esteja extremamente satisfeito, a não ser que eu tenha sentido em minha alma''.
** Manuscrito de Michael Jackson concebido antes das gravações do curta metragem ''Bad''.
Fonte: MJ Beats
segunda-feira, 25 de maio de 2015
A MAGIA DO CRIADOR
''A imaginação de Michael era infinita. Ele visualizava e acontecia. Era incrível. Essa era a minha primeira vez como uma dançarina como uma artista (emSmooth Criminal) e fui completamente inspirada pelo seu trabalho e por sua atenção a cada detalhe. Ele era tão detalhista e nunca perdia uma coisa.
Eu sonho ainda hoje em ser capaz de criar no mesmo nível de magia que Michael criava. Foi como viver um sonho de trabalhar com um artista como esse, e eu vou valorizá-lo e tê-lo na minha memória para sempre.
Michael me contou que estava animado para fazer o show (This Is It). Ele estava animado para mostrar para seus filhos, finalmente, mostrar-lhes quem ele era, tudo o que ele era... ele estava muito animado com isso.
- por Alif Sankey
** Michael Jackson na companhia de Alif Sankey, que atuou como dançarina no vídeo Smooth Criminal e foi produtora associada ao show This Is It.
Fonte: MJ Beats
...ele era o amor na forma mais pura
"...ele era o amor na forma mais pura. Michael foi capaz de nos dar o carinho e a ternura de uma criança, mas, ao mesmo tempo, nos enviar intensa emoção. A alegria que recebemos de sua vida nos ajudou a passar por tantas coisas.
As palavras nunca poderão expressar ou substituir a perda que temos sofrido com a sua despedida. Eu não tenho escolha, mas desejo permanecer inspirado e continuar a carregar a tocha para um dos talentos mais incríveis que andou na Terra."
- por Sean Garrett
A HISTÓRIA DE "FALL AGAIN"
| A HISTÓRIA DE "FALL AGAIN" |Para os fãs de Michael Jackson, esta será uma história inédita do meu 'quase' encontro...
Posted by MJ Beats : Michael Jackson Brasil on Segunda, 25 de maio de 2015
sexta-feira, 22 de maio de 2015
Um novo look para Michael Jackson - por Roberto Cavalli
Um novo "look" para Michael Jackson ... Michael Jackson tinha organizado um pequeno jantar privado, eu diria um jantar muito íntimo porque estávamos completamente sozinhos no restaurante de um dos mais prestigiados hotéis em Las Vegas, longe de olhares indiscretos.
Finalmente, ele começou a me contar sobre seu desejo de inaugurar um novo período de sua vida musical. Um novo estilo ao qual ele queria dar um novo visual.
Ele me fez perceber que ele queria abandonar para sempre as jaquetas curtas, calças apertadas, meias brancas com mocassins pretos. Ele já tinha reparado no que eu estava usando - como sempre faço - "ankle boots" (botas com cano até a altura do tornozelo) em camurça preta. Bem, isso seria um look que ele gostaria. Ele me fez perceber que ele admirava muito as fantasias dos bordados que eu tinha colocado sobre os tecidos brilhantes de alguns dos revestimentos das nossas modelos.
Assim, ele queria algo que se destacasse, um estilo rock-chic-elegante.
Saímos com a promessa de nos reunir-mos novamente em breve e eu assegurei a ele que eu iria enviar alguns esboços e idéias para seu novo visual Michael Jackson.
O seu primeiro retorno ao público seria em Londres, durante o "Fashion Rocks". Havia grande expectativa; a imprensa tinha dado um monte de cobertura para o seu novo visual e eu fazia parte desse grande evento.
A prova final da vestimenta foi emocionante. Michael ficou encantado e expressou sua aprovação!
Durante o concerto o público estava gritando seu nome ao ritmo da música. Michael continuou a dançar andando no palco. O público estendeu a mão para tocá-lo, apenas para experimentar a sensação de tocar nele e nas suas roupas.
Michael tirou a jaqueta, girou duas vezes sobre a cabeça e jogou-o na platéia gritando!
Olhei para o rosto de Daniele. Ela ficou chocada! A maravilhosa "jaqueta" que custou tanto esforço criativo tinha acabadp nas mãos de um fã que certamente não poderia imaginar o que tinha ido para ele!
Quando Michael voltou para os bastidores Abracei-o, e, brincando, mostrei meu desapontamento sobre a jaqueta ... "Roberto, por favor, eu estava muito animado ... Apenas me faça um novo ...!" disse ele, abraçando-me novamente.
O mundo perdeu um grande artista e eu perdi um amigo.
sexta-feira, 15 de maio de 2015
O amor de Michael pelos animais e as suas doações em segredo
Adriana da Dinamarca concordou em compartilhar a sua história logo abaixo. Ela teve a oportunidade de conhecer Michael e passar algum tempo e trabalhar com ele em várias ocasiões. Ela estava a trabalhar em Londres em um abrigo de animais na ocasião. Michael gostava muito de animais, da mesma forma que gostava das crianças, e queria ajudar de qualquer maneira que podia. Ele assegurou que essas doações seriam mantidas em sigilo porque estava fazendo de seu coração, e não para publicidade. Abaixo está a sua história.
'Voltamos por volta de 1996 ou 1999, eu trabalhava em um abrigo de animais (principalmente cães) nos arredores de Londres. Eu trabalhei lá até 2007.
Quando Michael e a sua comitiva estavam deixando o hotel (eles estavam na garagem), um pequeno cão estava escondido debaixo do carro.
Sendo o usual de Michael, não bastaria apenas entregar o cão aos cuidados de alguém. Ele queria saber para onde o cão seria levado e o que aconteceria a ele.
A equipa do hotel sabia sobre nós, e havia uma funcionária (que levava cães para passear), ela nos contatou, mas não tínhamos espaço para o cão. De qualquer forma, eles chegaram com o cão e eu o levei para casa comigo, por um par de dias.
Michael ficou sabendo que não tínhamos espaço e perguntou o motivo. Foi-lhe dito que não tínhamos mais espaço e não tínhamos dinheiro para ampliarmos. Essa foi a primeira vez que recebemos dinheiro dele.
Michael achava que precisaríamos de mais dinheiro para construirmos e ampliarmos os espaços, receber mais animais. Ele achava que era errado que tivéssemos que depender das pessoas, que o Estado deveria ajudar. Em alguns países existem tantos cães abandonados, e ele se sentia tão mal a respeito como se sentiria pelas crianças. Um ano depois de ter feito essa doação, ele quis nos visitar. Para chegar lá desapercebido, parecia ser uma missão para o povo da Casa Branca, mas não era, realmente.
Quando ele chegou, a primeira pessoa que ele encontrou foi a mim, com dois filhotes sobre os meus joelhos. Eu estava no chão, alimentando-os. Ele não disse 'Olá' nem nada, ele simplesmente sentou-se no chão e começou a conversar com eles, com aquela voz boba que fazemos quando conversamos com os animais.
Levou alguns minutos antes dele me olhar, então desculpou-se e me ofereceu a sua mão. Eu ainda tinha um cachorro na minha mão e uma garrafa na outra. Ele riu quando eu o coloquei no chão e lhe dissemos 'olá!' Ele levantou-se e quis dar uma olhada. Michael estava impressionado com a quantidade de cães que tínhamos lá, não tantos gatos, às vezes o abrigo estava cheio de gatos, mas em geral, havia mais cães. E ele ficou muito emocionado e disse que queria levá-los todos com ele, para casa.
Como a maioria das pessoas queria, quando elas chegavam lá. E a mim também, era muito difícil trabalhar lá e, durante anos, ver as coisas horríveis que as pessoas fazem com os seus animais. Depois de um passeio pelo interior, e sendo explicado como funcionavam as coisas, ele nos convidou para jantar naquela noite. Nesse jantar, ele falou sobre como ele poderia fazer uma doação anual, e recaiu sobre mim a responsabilidade de cuidar dela.
Da próxima vez que ele veio para Londres, Michael quis conhecer (as novas instalações) e assim foi feito. Ele também me perguntou se eu gostaria de visitar Neverland e passar algum tempo lá. Eu poderia levar um amigo e assim eu fiz.
Aquelas duas semanas foram as melhores da minha vida. Não por causa de Michael, mas por causa do lugar. Eu não era fã de Michael Jackson, mas eu tinha assistido um show. E eu gostava de sua música, mas não dessa forma dos fãs mais fervorosos, sabem?
Mas ainda era muito emocionante estar em sua casa. Era realmente um lugar incrível. Ele era tão orgulhoso do seu jardim zoológico e ele nos mostrou. Fomos autorizados a retirar os cavalos para passeios, sempre que queríamos, e nos foi dado espaço livre no rancho.
Foi assim que estive mais próxima dele, mais do que apenas receber as suas doações. Eu não estou dizendo que era uma amiga íntima dele, mas acho que cheguei perto o suficiente para fazê-lo sentir que ele podia confiar em mim, o suficiente. Eu ainda tenho algumas poucas mensagens de texto que ele me enviou.
Quando eu o conheci, eu não tinha celular, e foi apenas nos últimos anos que ele me enviou algumas mensagens. Era hilário vê-lo tentando compor uma mensagem de texto. Ele insistia em perguntar a alguém 'como eu faço agora? Como eu faço um ponto de interrogação? Como posso fazer isso?' Era engraçado.
A última doação que ele fez foi enorme e ela ainda está sendo utilizada, e ainda será por muito tempo, se nada de inesperado acontecer.
A segunda vez que ele nos visitou, estávamos na nossa área de descanso para os cães. É um lugar cercado enorme atrás de nossa casa, com árvores e coisas tais. Um lugar muito bom para os cães brincarem. Nós tínhamos um cão que ficava doido, às vezes, e começava a correr por aí feito maluco. E era engraçado observá-lo, você começava a rir, e não foi diferente com Michael.
Ele não conseguia parar de verdade, e assim que ele olhava para alguém, desandava a rir mais e mais. Em um ponto, ele se inclinou para a frente e bateu a testa nas costas de um banco que estava lá. Primeiro veio um ''ai'' dele, mas então ele desandou completamente, assim como nós.
No dia seguinte, o meu estômago doía, de tanto rir no dia anterior. Ele ficou com uma pequena marca na testa e ele continuou falando sobre isso na próxima vez que nos encontramos. Ele disse: 'É perigoso rir, às vezes.'
Por Adriana (da Dinamarca)
*Na época Adriana trabalhava em Londres, e Michael fez-lhe prometer que manteria as doações ao abrigo em segredo, pois as fazia de coração, não por publicidade.
*Fonte: Reflections On The Dance Tradução
terça-feira, 12 de maio de 2015
| MEMÓRIAS DE JENNIFER BATTEN |
** Como a parte musical de um concerto de Michael Jackson era estruturada?
Praticamente 2 meses com o diretor musical, Greg Phillinganes, inicialmente tocávamos cada instrumento separadamente e no último mês todos os músicos juntos, incluindo cantores e dançarinos. Depois eram dado os retoques finais no estúdio Universal em Los Angeles. Esse era o momento em que Michael se juntava com nós - e era quando os dias pareciam intermináveis. Quando você faz parte do 'Exército de Jackson', tem que dar 100% de seu tempo.
** Ensaios: Dangerous World Tour.
Passamos de 30, 25 e para 15 números. Foi removido ''In the Closet'' sem explicação do show, ele é o Rei e nós obedecemos. Ás vezes ele explicava o motivo, como em outra música, 'Remember The Time', que não tinha nenhuma parte com guitarra. Trabalhamos algumas partes e ensaiamos, e de repente, no dia seguinte Greg falou que o número tinha sido retirado.
Em algumas ocasiões ele estava mais inspirado que outras, por exemplo em 'Human Nature', onde não segue coreografia... Isso nos motiva tremendamente, era como ver ele saindo da concha, tudo que ele faz parece estar ensaiado e é muitas vezes era criticado por isso, mas para nós que assistíamos a cada noite, era diferente toda vez. Não sei dos ensaios, mas minha impressão é que ele se sentia incrivelmente responsável por aquilo que faz, se concentra em objetivos que vão além da imaginação de outros artistas e dá impressão de ser extremamente feliz. Ao contrário de outros artistas que perdem a motivação quando atingem o seu status, o seu ego aumenta. Ele não ficava nervoso ou irritado, e eu nunca escutei levantar a voz para ninguém.
Ele deixava tocar guitarra do meu jeito, e eu nem sequer tocava o solo como Van Halen!. Michael sempre dizia para "me deixar levar" no palco e ser tão selvagem quanto possível.
** Como a parte musical de um concerto de Michael Jackson era estruturada?
Praticamente 2 meses com o diretor musical, Greg Phillinganes, inicialmente tocávamos cada instrumento separadamente e no último mês todos os músicos juntos, incluindo cantores e dançarinos. Depois eram dado os retoques finais no estúdio Universal em Los Angeles. Esse era o momento em que Michael se juntava com nós - e era quando os dias pareciam intermináveis. Quando você faz parte do 'Exército de Jackson', tem que dar 100% de seu tempo.
** Ensaios: Dangerous World Tour.
Passamos de 30, 25 e para 15 números. Foi removido ''In the Closet'' sem explicação do show, ele é o Rei e nós obedecemos. Ás vezes ele explicava o motivo, como em outra música, 'Remember The Time', que não tinha nenhuma parte com guitarra. Trabalhamos algumas partes e ensaiamos, e de repente, no dia seguinte Greg falou que o número tinha sido retirado.
Em algumas ocasiões ele estava mais inspirado que outras, por exemplo em 'Human Nature', onde não segue coreografia... Isso nos motiva tremendamente, era como ver ele saindo da concha, tudo que ele faz parece estar ensaiado e é muitas vezes era criticado por isso, mas para nós que assistíamos a cada noite, era diferente toda vez. Não sei dos ensaios, mas minha impressão é que ele se sentia incrivelmente responsável por aquilo que faz, se concentra em objetivos que vão além da imaginação de outros artistas e dá impressão de ser extremamente feliz. Ao contrário de outros artistas que perdem a motivação quando atingem o seu status, o seu ego aumenta. Ele não ficava nervoso ou irritado, e eu nunca escutei levantar a voz para ninguém.
Ele deixava tocar guitarra do meu jeito, e eu nem sequer tocava o solo como Van Halen!. Michael sempre dizia para "me deixar levar" no palco e ser tão selvagem quanto possível.
Extraído da revista 'Off The Wall' lançado nos anos 90 por Adrian Grant.

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